terça-feira, 16 de junho de 2026

Especialista CURSO DE EXTENSÃO EM BOTÂNICA DISCIPLINA: BOTÂNICA E FISIOLOGIA DAS PLANTAS. PRT 47.022.350 - FACULDADE IGUAÇU Professor César Augusto Venâncio da Silva(Biologista-UNIFAVENI, 2022)

 

PRT 47.022.350 - FACULDADE IGUAÇU

Professor César Augusto Venâncio da Silva(Biologista-UNIFAVENI, 2022)

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Especialista

CURSO DE EXTENSÃO EM BOTÂNICA

 

DISCIPLINA: BOTÂNICA E FISIOLOGIA DAS PLANTAS.

Curso de extensão em Botânica e Fisiologia das Plantas, dentro da Faculdade Iguaçu, com foco no contexto da formação do especialista em Farmacologia Clínica e sua conexão com Biologia e Química.

ANALISE ESTRUTURADA DA PROPOSTA – DISCIPLINA DE PÓS-GRADUAÇÃO – APERFEIÇOAMENTO.

INFORMAÇÕES ELABORADAS PARA A INCLUSÃO DA DISCIPLINAS NA SOLICITAÇÃO DE INTEGRALIZAÇÃO DE CRÉDITOS EM DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE.

Importância da Botânica e Fisiologia das Plantas.

·         Botânica: estuda a diversidade vegetal, morfologia, anatomia e ecologia das plantas.

·         Fisiologia vegetal: investiga processos como fotossíntese, respiração, transporte de seiva, hormônios vegetais e adaptação ao ambiente.

·         Aplicação prática: fornece base para compreender como plantas produzem metabólitos secundários (alcaloides, flavonoides, terpenos), fundamentais na farmacologia.

Conexão com a Farmacologia Clínica.

·         Plantas medicinais: muitas drogas derivam de compostos vegetais (ex.: morfina da papoula, digoxina da dedaleira).

·         Farmacologia clínica: precisa entender origem, mecanismo de ação e toxicidade desses compostos.

·         Integração: o especialista em farmacologia clínica se beneficia do conhecimento botânico para identificar, validar e aplicar substâncias terapêuticas.

Relação com Biologia e Química.

·         Biologia: fornece compreensão dos sistemas vivos, genética e evolução das plantas.

·         Química: explica a estrutura molecular e reações dos compostos bioativos.

·         Interdisciplinaridade: a farmacologia clínica depende da síntese entre biologia (organismo vivo) e química (molécula ativa).

Contexto na Formação Aperfeiçoada.

·         Formação sólida: o curso prepara o profissional para atuar com rigor científico.

·         Pesquisa aplicada: capacita para investigar novos fármacos de origem vegetal.

·         Visão crítica: conecta teoria botânica com prática clínica e farmacológica.

RESUMO: O curso de extensão é estratégico porque coloca o especialista em farmacologia clínica em contato direto com a base científica das plantas, permitindo compreender como biologia e química se unem para gerar medicamentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Disciplina Botânica e Fisiologia das Plantas com foco na formação dos estudos em Botânica e suas conexões com macroalgas. Projeto que será implementado pelo Professor Especialista César Augusto Venâncio da Silva, em 2026, junto a Disciplina Metodologia da Pesquisa no Bacharelado em Biologia da Universidade Cruzeiro do Sul. Polo em Fortaleza. E será alvo de estágio em Ciências Biológicas.

Botânica e Fisiologia das Plantas.

·         Botânica: ciência que estuda a diversidade, morfologia, anatomia e ecologia das plantas.

·         Fisiologia vegetal: investiga processos vitais como fotossíntese, respiração, transporte de seiva, hormônios vegetais e adaptações ambientais.

·         Formação acadêmica: fornece base sólida para compreender organismos vegetais e suas interações com o ambiente.

Macroalgas e sua relevância.

·         Macroalgas: organismos multicelulares marinhos (como algas verdes, pardas e vermelhas).

·         Importância ecológica: produzem oxigênio, servem de abrigo e alimento para diversas espécies aquáticas.

·         Importância econômica: usadas na alimentação (nori, kombu), na indústria farmacêutica (agar, carragenina) e cosmética.

·         Bioquímica: ricas em metabólitos secundários com potencial terapêutico e aplicações na farmacologia.

Conexões entre Botânica e Macroalgas.

·         Estudos comparativos: macroalgas compartilham processos fisiológicos com plantas terrestres (fotossíntese, pigmentos).

·         Diversidade evolutiva: ajudam a entender a transição dos organismos aquáticos para terrestres.

·         Farmacologia clínica: compostos bioativos de macroalgas (antioxidantes, antivirais, anti-inflamatórios) são estudados para novos medicamentos.

·         Interdisciplinaridade: une botânica, fisiologia, biologia marinha e química.

Papel na formação do especialista.

·         Visão ampliada: o estudo de macroalgas complementa a formação em botânica, mostrando a diversidade vegetal além das plantas terrestres.

·         Pesquisa aplicada: capacita o profissional a explorar recursos marinhos para biotecnologia e farmacologia.

·         Integração científica: fortalece a conexão entre biologia, química e saúde.

Em resumo: a disciplina Botânica e Fisiologia das Plantas não só aprofunda o conhecimento sobre plantas terrestres, mas também abre caminho para compreender macroalgas como fontes de inovação científica e farmacológica.

Plano de estudos para dezembro e janeiro focado na disciplina Botânica e Fisiologia das Plantas, incluindo conexões com macroalgas e aplicações em farmacologia clínica.

Estrutura do Plano de Estudos (dezembro e janeiro).

Dezembro – Fundamentos e Bases.

Objetivo: consolidar conceitos básicos de botânica e fisiologia vegetal.

·         Semana 1 (1–7 dez):

o    Revisão de morfologia vegetal (raízes, caules, folhas, flores).

o    Estudo da fotossíntese e respiração celular.

·         Semana 2 (8–14 dez):

o    Transporte de seiva (xilema e floema).

o    Hormônios vegetais e regulação do crescimento.

·         Semana 3 (15–21 dez):

o    Introdução às macroalgas: classificação (verdes, pardas, vermelhas).

o    Comparação entre macroalgas e plantas terrestres.

·         Semana 4 (22–31 dez):

o    Revisão geral dos conteúdos.

o    Exercícios práticos: mapas conceituais e resumos.

Janeiro – Aplicações e Integrações.

Objetivo: conectar botânica e macroalgas com farmacologia clínica e química.

·         Semana 1 (1–7 jan):

o    Metabólitos secundários em plantas (alcaloides, flavonoides, terpenos).

o    Compostos bioativos em macroalgas (antioxidantes, antivirais).

·         Semana 2 (8–14 jan):

o    Relação entre biologia e química na produção de fármacos.

o    Estudos de caso: morfina, digoxina, carragenina.

·         Semana 3 (15–21 jan):

o    Aplicações clínicas: como farmacologistas utilizam compostos vegetais e algais.

o    Discussão sobre toxicidade e segurança.

·         Semana 4 (22–31 jan):

o    Revisão integrada (botânica + macroalgas + farmacologia).

o    Simulados e exercícios de fixação.

o    Preparação de um resumo final ou apresentação.

Estratégias de Estudo.

·         Método Pomodoro: 25 min de estudo + 5 min de pausa.

·         Resumos semanais: escrever 1 página com os pontos-chave.

·         Mapas mentais: conectar conceitos de botânica, macroalgas e farmacologia.

·         Exercícios práticos: elaborar quadros comparativos e responder questões de fixação.

·         Revisão ativa: explicar os conteúdos em voz alta como se estivesse ensinando.

Dezembro se constrói a base teórica e em janeiro aplica-se conceitos e conecta os conhecimentos com farmacologia clínica.

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